Vídeo exclusivo do Instituto de Economia da Unicamp. Vale dar uma conferida!
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A economia e os economistas buscam gerir recursos escassos, e classicamente acumular riquezas ao máximo, gerando bem estar individual e social a partir da distribuição de renda, porem nesta lógica é como se nossa ciência deixasse de ser social, sendo que a felicidade não se encontra na acumulação de recursos, haja visto que nível de felicidade (que está relacionado a pesquisas de expectativas dos eleitores do IBGE, ou seja, esperança no futuro, que gera bem estar no presente) mostra que pessoas com renda de até um salário mínimo tendem a ser mais felizes do que aquelas que tem entre dois e dez salários mínimos de renda. A própria lógica utilitarista pode ser trazida para a questão da felicidade, pois a teoria de rendimentos decrescentes também pode atingir a ideia da felicidade.
Pouco dinheiro traz muita felicidade para quem tem pouco, mas muito dinheiro traz pouca felicidade para quem já tem muito. Estudos indicam uma linha limite, de onde um ganho de renda não pode gerar elevação no nível de felicidade, quando o PIB per-capito de uma nação atinge $ 15.000,00 este limite é atingido, pois a partir disto uma elevação não vai trazer mais felicidade às pessoas, é como que se depois de atender as necessidades primárias do individuo, o restante do consumo se tornasse supérfluo (no Brasil o PIB per-capito ainda está abaixo dos $ 2.000,00). A lógica de programas sociais de redistribuição de renda está em levar recurso a pessoas onde ele proverá um ganho de felicidade, assim como o imposto de renda progressivo busca amenizar a tensão social (infelicidade) causada por disparidades de renda.
O efeito individual de felicidade no aumento ou diminuição de renda é sempre momentâneo, pois tão logo o gasto cresça ou diminua acompanhando o tamanho do bolso, o sentimento de injustiça (se antes existia) vai retornar ao indivíduo. Busque a felicidade em cada momento e mantenha a tranquilidade quando a tristeza lhe é imposta, condicionando seu bem estar a um papel com um número pintado você estará constantemente frustrado com sua situação.
Faça download do artigo Quanto vale ser feliz.
Enquanto algumas profissões sobram no mercado de trabalho, há profissionais que o departamento de Recursos Humanos custam a encontrar. De acordo com um levantamento da Page Personnel, especializada em recrutamento profissional, à procura por um profissional escasso atinge diretamente a produtividade das empresas e, para algumas áreas, sobram vagas no país.
“Hoje o processo de recrutamento está mais longo e exige um nível de exigência e conhecimento das consultorias para encontrar o candidato certo. Hoje há mais procura de candidatos do que oferta de profissionais, cenário até pouco tempo quase que improvável no Brasil. Hoje a busca por profissionais é mais demorada do que ocorria há três anos”, explica o diretor-executivo da Page Personnel, Roberto Picino.
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| Foto: SXC |
O Instituto Ludwing von Mises Brasil divulgou um artigo, escrito por Fernando Ulrich, que faz uma análise da economia brasileira em 2012 e do que está por vir. Confira:
Confira o documentário "A Ascensão do Dinheiro", que está dividido em seis partes e conta com legenda em português. Para ativá-la basta clicar no botão "legenda" do player.